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ZANGO 5 EM ALERTA: EMPRESÁRIO “INTOCÁVEL” ACUSADO DE INVADIR TERRAS E DESTRUIR PROPRIEDADES

  • Foto do escritor: Portal Destaques
    Portal Destaques
  • 27 de mar.
  • 2 min de leitura

No Zango 5, zona do consórcio Comandante Loy, no município do Calumbo, um cidadão identificado apenas por Elias, alegadamente proprietário da empresa LJ, está no centro de uma forte polémica envolvendo disputa de terras, destruição de bens e acusações de influência indevida sobre autoridades.


Por: Redacção l Portal Destaque.online


Segundo relatos de camponeses e outros lesados, Elias é acusado de invadir mais de 150 hectares de terra, além de ordenar a destruição de lojas, residências em construção e até uma fábrica de blocos pertencentes a terceiros que haviam adquirido parcelas na área.


Os denunciantes afirmam que o suspeito é temido na região e se considera “intocável”, alegadamente por manter ligações influentes dentro da administração municipal do Calumbo e na esquadra da centralidade do 8 mil. Há ainda acusações de corrupção, com alegações de que tais ligações o protegem de responsabilização.


O conflito, segundo os moradores, já se arrasta há vários anos sem solução, mesmo após mudanças na gestão da administração local. Os camponeses afirmam possuir documentação válida dos terrenos, adquiridos há mais de 30 anos através de um acordo com o consórcio Comandante Loy, que previa a urbanização da área e posterior distribuição das parcelas.


De acordo com os relatos, Elias teria entrado no espaço posteriormente, entrando em conflito directo com o consórcio e com os ocupantes, o que culminou na destruição de várias propriedades.


A situação tem causado indignação, sobretudo entre os mais antigos proprietários, que dizem sentir-se abandonados pelas autoridades e desprotegidos perante as ações do acusado. Alegam ainda que Elias não possui documentação legal que comprove a posse das terras.


Entretanto, informações apontam para a existência de uma providência cautelar favorável ao lado representado por Elias, levantando suspeitas, ainda não comprovadas, de possível suborno envolvendo o sistema judicial. O caso continua sob investigação, com promessa de novos dados nos próximos dias.


Em resposta às acusações, Elias negou qualquer irregularidade. Segundo ele, o processo tramitou legalmente no Tribunal da Comarca, envolvendo o senhor Fernando Hanga (requerente) e o consórcio Comandante Loy (requerido).


De acordo com a sua versão, o tribunal decidiu a favor de Fernando Hanga, atribuindo-lhe uma parcela de 53 hectares. Elias sustenta que qualquer pessoa que se considere lesada deve recorrer às vias legais, reforçando que a decisão judicial deve ser respeitada.


Até ao momento, o caso continua sem desfecho definitivo, enquanto cresce a tensão entre os moradores e as partes envolvidas.

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