REINO DO POVO N’TU CELEBRA FESTA DA IDADE NOVA 6008 COM FORTE SIMBOLISMO DE JUSTIÇA E RENOVAÇÃO
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O Reino do Povo N’tu, governado por Sua Majestade TadiDiambuisu Evo TadiDiantedimisi, celebrou no passado dia 2 de abril, em todas as cidades e comunidades do Reino, a Festa da Idade Nova 6008, um marco espiritual e cultural vivido com grande entusiasmo, unidade e profundo significado.
Por: Manuel Augusto
Segundo apurou a nossa reportagem, a celebração assinalou o início de um novo ciclo para o povo N’tu, marcado pela reafirmação de valores, pela renovação de compromissos e pela definição da agenda de governação e de vida estabelecida por Sua Majestade para todo o Reino.
As festividades foram antecedidas por um momento solene no Palácio Real de Zulusalamah, onde decorreu o discurso oficial do Rei bem como os cumprimentos de encerramento da época chuvosa 6007. A cerimónia contou com a presença de nobres, governantes e diversos convidados.
Sob o lema “Bana na Kongo, Nsiku Ukalayitu” que significa “Filhos do Kongo, a Justiça mora em nós”, todos os participantes vestiram-se de preto, cor que simboliza a justiça e a nova ordem estabelecida no seio do povo Kongo com a vinda do Divino Ntothila.
As comemorações estenderam-se não apenas às cidades do Reino, mas também a várias partes do mundo, onde famílias nobres e membros da comunidade N’tu se reuniram para celebrar a chegada da Idade 6008 e reforçar o seu compromisso com os princípios e propósitos do Reino.
Durante a sua mensagem, Sua Majestade destacou a centralidade da justiça nesta nova era, afirmando que “a vida se comunica com a vida e a morte se conecta com a morte”, sublinhando que aqueles que praticarem injustiça perderão o direito à vida, reservado aos justos. A Idade 6008 foi assim proclamada como o tempo do início da balança e da espada, simbolizando equilíbrio, responsabilidade e rigor na aplicação da justiça.
A adoção do traje preto por todos os súditos reforçou este compromisso colectivo com a equidade e a ordem.
A cor representa, segundo a tradição do Reino, a consciência de um povo que redescobriu a sua lei, regressou à sua essência ancestral e se afirma agora como uma nação guiada pela justiça universal.





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