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ABEL CHIVUKUVUKU: “HONRAR JARDO MUEKÁLIA E NANDÓ É TRANSFORMAR ANGOLA NUM VERDADEIRO ESTADO DEMOCRÁTICO”

  • Foto do escritor: Portal Destaques
    Portal Destaques
  • 7 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 20 de dez. de 2025

Por Ernesto João | Portal Destaques.ao


O Presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Epalanga Chivukuvuku, afirmou nesta sexta-feira, 19 de dezembro, que a melhor forma de honrar figuras históricas recentemente falecidas é trabalhar para que Angola se torne um verdadeiro Estado democrático, com justiça social e dignidade para todos os cidadãos.


As declarações foram feitas no final de uma reunião realizada na sede nacional provisória do partido, no município da Maianga, em Luanda, num momento marcado pela comoção nacional devido ao falecimento do Dr. Jardo Muekália, então diretor da campanha eleitoral de 2027 do PRA-JA, e do antigo Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, conhecido como “Nandó”.


Segundo Chivukuvuku, o país perdeu, em pouco tempo, dois grandes obreiros da nação. “Como Presidente do PRA-JA, como cidadão e como pessoa, considero que este é um dos momentos mais difíceis das nossas vidas”, afirmou.

Sobre Jardo Muekália, destacou o seu papel na defesa dos interesses de Angola no exterior:


“Não houve outro angolano que tenha percorrido os corredores do poder em Washington como Jardo Muekália, sempre em benefício do nosso país.”


Em relação a Fernando da Piedade Dias dos Santos, Chivukuvuku sublinhou o seu vasto percurso político e institucional:


“Não existe nenhum angolano com um currículo igual ou superior ao de Nandó. Ele serviu Angola, serviu os cidadãos e deixou uma marca incontornável na história do país.”


O líder do PRA-JA reforçou que a verdadeira homenagem a estas figuras passa pela construção de um país democrático, justo e inclusivo.


“A única maneira de honrarmos estes patriotas é fazermos com que Angola seja um verdadeiro Estado democrático, com justiça social, sem fome, onde as pessoas possam realizar os seus sonhos. Fora disso, estaremos a trair o legado destas grandes figuras”, afirmou.


Chivukuvuku recordou ainda episódios marcantes da sua vida pessoal, relacionados com os acontecimentos de 1992, destacando gestos de humanidade acima das diferenças partidárias:


“Eu devo a minha vida a três pessoas: José Eduardo dos Santos, Fernando da Piedade Dias dos Santos e João de Matos. Essas pessoas mostraram humanidade e patriotismo, independentemente das cores partidárias.”

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